1- Quando acabou a escravidão (no famoso 13 de maio) para onde foram mandados os escravos agora libertos?
2 - Quem inventou as favelas no Rio, no Brasil, na América Latina, no mundo?
3 – Se tivesse sido feita, desde há 120 anos atrás, a Reforma Agrária, quantos milhões de pessoas morariam no campo ao invés dos morros ou lixões do Rio?
4 – Por que ¼ da população do Rio “quer” morar em favelas?
5 – Quais alternativas foram apresentadas, nos últimos 50 anos para deixar a favela? Qual plano de construções populares, construídas a menos de um quilômetro da favela a ser removida? Qual o valor da mensalidade a ser paga até resgatar o total do valor da casa em 30 anos? Qual a relação deste valor com o salário do morador removido?
6 – Por que as pessoas “escolhem” morar em barracos em cima de barrancos ou na beira de córregos poluídos e em situação de risco?
7 – Por que as pessoas das favelas teimam em não querer mudar de lugar de moradia?
2 - Quem inventou as favelas no Rio, no Brasil, na América Latina, no mundo?
3 – Se tivesse sido feita, desde há 120 anos atrás, a Reforma Agrária, quantos milhões de pessoas morariam no campo ao invés dos morros ou lixões do Rio?
4 – Por que ¼ da população do Rio “quer” morar em favelas?
5 – Quais alternativas foram apresentadas, nos últimos 50 anos para deixar a favela? Qual plano de construções populares, construídas a menos de um quilômetro da favela a ser removida? Qual o valor da mensalidade a ser paga até resgatar o total do valor da casa em 30 anos? Qual a relação deste valor com o salário do morador removido?
6 – Por que as pessoas “escolhem” morar em barracos em cima de barrancos ou na beira de córregos poluídos e em situação de risco?
7 – Por que as pessoas das favelas teimam em não querer mudar de lugar de moradia?
Deixe a sua resposta, ou então, suas conclusões.

A questão central não é poder, é necessidade. Ou você acha que se essas pessoas tivessem condições financeiras elas estariam morando em outro lugar mais digno. O que falta, na realidade, é políticas públicas eficazes e pragmáticas, sem burocracias.
ResponderExcluirAtenciosamente,
qualquer coisa Wehling Rosental Sancovsky Sanches